quinta-feira, 16 de abril de 2009
TV
Aqui pago uma renda bué cara! Mas, de borla, tenho TV a cabo que, no meio de muita porcaria, tenho Fox Life, em que eu assisto minhas séries americanas e a Record. Nesta eu vejo todos os dias o telejornal e fico por dentro das notícias do Brasil. Após um ano fora, vejo que não mudou muita coisa na agenda setting: violência, violência, corrupção, violência e no final o novo animalzinho que nasceu no jardim zoológico do Rio. Mas eu prefiro ficar deprimida com as notícias de lá do que com as de cá, cuja agenda é: crise, crise, corrupção, crise e, no final, o novo animalzinho que nasceu no zoológico de Lisboa...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Em tempo...
Terremoto
Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General (o Marquês de Pombal) o que se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar. Muitas vezes temos em nossa vida 'terremotos' avassaladores, o que fazer?
Exatamente o que disse o General: (o marquês)
'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'.
E o que isso quer dizer para a nossa vida?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado.
É preciso 'sepultar' o passado.
Colocá-lo debaixo da terra.
Isso significa 'esquecer' o passado.
Enterrar os mortos.
Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente.
Cuidar do que ficou vivo.
Cuidar do que sobrou.
Cuidar do que realmente existe.
Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.
Fechar os portos significa não deixar 'portas' abertas para que novos problemas possam surgir ou 'vir de fora' enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida.
Significa concentrar-se integralmente na reconstrução, do novo.
É assim que a história nos ensina.
Por isso a história é 'a mestra da vida'.
Portanto, quando enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.
E FÉ EM DEUS...
E FÉ EM DEUS...
Meu terremoto passou há algum tempo, e eu estou algures, cuidando dos vivos, com os portos fechados!!! E esperando que o velho ditado se confirme: "Depois da tempestade vem a bonança"
segunda-feira, 6 de abril de 2009
NÃO QUERO
Não quero alguém que morra de amor por mim... Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...e que valeu a pena!!!
(Não conheço o autor...)
Não quero alguém que morra de amor por mim... Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...e que valeu a pena!!!
(Não conheço o autor...)
segunda-feira, 23 de março de 2009
Dona Tereza, me dá um beijo??
Dizem que a Dona Tereza era muito brava. Uma das senhorinhas mais bravas do São João. E tinha um jardim com muitas flores. Flores que a meninada vivia roubando para levar pras meninas ou pras professoras ou pras coroações de Nossa Senhora. Acho que havia rosas, margaridas, sei lá que outras flores... e beijos! Daí uma bela manhã um meninote de calças curtas enche-se de coragem, bate à sua porta e fala de uma vezada só: "Dona Tereza, me dá um beijo?"
Para quem lê, pode não ter graça nenhuma essa história. Mas para mim essa é a história mais engraçada que me faz sempre lembrar da minha vó, que pra mim foi sempre brava. Fico imaginando a danada sem sabe se beijava o garoto ou se o mandava praquele lugar!!!!
Vó Tereza não foi a figura tradicional de vó pra minha infância, mesmo porque eu só a conheci entrando na adolescência, apesar do fato de que morávamos no mesmo bairro da pequena Patrocínio. Coisas de família...
Bom, o fato é que a Dona Tereza foi-se ontem. Foi ter com a minha doce e eterna Tia Cida e, se calhar, foi brigar com o danado do Vô Marciano.
Engraçado que não tive uma infância com vôs nem vós. Mas, agora que se foram todos, um a cada ano, sinto uma falta danada...
Para quem lê, pode não ter graça nenhuma essa história. Mas para mim essa é a história mais engraçada que me faz sempre lembrar da minha vó, que pra mim foi sempre brava. Fico imaginando a danada sem sabe se beijava o garoto ou se o mandava praquele lugar!!!!
Vó Tereza não foi a figura tradicional de vó pra minha infância, mesmo porque eu só a conheci entrando na adolescência, apesar do fato de que morávamos no mesmo bairro da pequena Patrocínio. Coisas de família...
Bom, o fato é que a Dona Tereza foi-se ontem. Foi ter com a minha doce e eterna Tia Cida e, se calhar, foi brigar com o danado do Vô Marciano.
Engraçado que não tive uma infância com vôs nem vós. Mas, agora que se foram todos, um a cada ano, sinto uma falta danada...
quarta-feira, 18 de março de 2009
Inverno???
Tecnicamente ainda estamos no inverno. Mas estamos no Algarve. No finde passado não só deu praia como a molecada se esbaldou no mar. Para a tia aqui a água tava bem geladinha (na verdade, penso que tava, pq não fui lá na beirada conferir, fiquei lendo na areia).
Não fosse as ventanias do caraças, eu diria que já sinto calor!
Não fosse as ventanias do caraças, eu diria que já sinto calor!
quinta-feira, 5 de março de 2009
Algures eu aprendi...
...a tomar cerveja quente! (Na verdade, não é quente, é natural, o que aqui é bem friinha...)
...a ter a certeza de que os amigos podem ser poucos, mas são tão importantes como se fossem uma multidão...
...a comer carne de porco...
...a saber que eu posso, eu consigo, eu sou capaz! (de fazer faxina para ganhar uns trocos!)
...a ver que as casas brasileiras são é muito grandes, mesmo as mais pequenas!
...que mais pequenas pode doer o ouvido, mas não tá errado! MAIS PEQUENAS! MAIS PEQUENAS! MAIS PEQUENAS!!!
...que húmido se escreve com agá!
...que os meus 6 anos de CCAA enfim valeram a pena!
...que pelos meus dois mais pequenos sou capaz de tudo!
...a ter a certeza de que os amigos podem ser poucos, mas são tão importantes como se fossem uma multidão...
...a comer carne de porco...
...a saber que eu posso, eu consigo, eu sou capaz! (de fazer faxina para ganhar uns trocos!)
...a ver que as casas brasileiras são é muito grandes, mesmo as mais pequenas!
...que mais pequenas pode doer o ouvido, mas não tá errado! MAIS PEQUENAS! MAIS PEQUENAS! MAIS PEQUENAS!!!
...que húmido se escreve com agá!
...que os meus 6 anos de CCAA enfim valeram a pena!
...que pelos meus dois mais pequenos sou capaz de tudo!
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